
O Grupo Coral Évora foi à Madeira.
Levámos para a Madeira a divulgação cultural, a divulgação dos pequenos gestos que fazem as diferenças regionais e as diferentes abordagens musicais. Trouxemos da Ilha outras abordagens musicais, outros sabores, outros saberes, outros pequenos gestos associados a uma mundividência diferente. Aquela que se relaciona com a paisagem acidentada com picos diferente da nossa que se relaciona com a planura. O primeiro contacto com a Ilha é o impacto da escarpa e do oceano.
A subida assusta e deslumbra as gentes do sequeiro e da planície. Paragem obrigatória no miradouro do Cabo Girão com
Primeiro concerto: Cantámos muito. A nossa actuação durou cerca de 40 minutos onde apresentamos as 10 peças seleccionadas para a digressão. Iniciámos com o nosso Hino, peça com poema de Fernanda Seno e música de M M M. Silva, 4 peças de
Ficámos a saber que os túneis têm uma denominação regional de “furados”. Mas se sairmos para fora dos “furados” e percorremos as estradas antigas a imagem que temos são "serpentes" que abraçam a Ilha.
A paisagem humana é de um autêntico presépio. As casas vão subindo a montanha, "polvilhadas" aqui e além e o conjunto lembra um presépio.
Não podemos deixar de referir os cicerones. A referência à sua terra foi contagiante durante os dias em que estivemos na Madeira. Bom marketing turístico!