quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Crónix 1


O Grupo Coral Évora foi à Madeira.

Levámos para a Madeira a divulgação cultural, a divulgação dos pequenos gestos que fazem as diferenças regionais e as diferentes abordagens musicais. Trouxemos da Ilha outras abordagens musicais, outros sabores, outros saberes, outros pequenos gestos associados a uma mundividência diferente. Aquela que se relaciona com a paisagem acidentada com picos diferente da nossa que se relaciona com a planura. O primeiro contacto com a Ilha é o impacto da escarpa e do oceano.

A subida assusta e deslumbra as gentes do sequeiro e da planície. Paragem obrigatória no miradouro do Cabo Girão com 580 metros de altura e considerado o 2º mais alto do mundo.

Primeiro concerto: Cantámos muito. A nossa actuação durou cerca de 40 minutos onde apresentamos as 10 peças seleccionadas para a digressão. Iniciámos com o nosso Hino, peça com poema de Fernanda Seno e música de M M M. Silva, 4 peças de Fernando Lopes Graça e 5 peças de reportório variado Cantámos, em programa extra, o “Bailinho da Madeira” arranjo do maestro madeirense Vítor Costa. Foi um prazer enorme este concerto. Do ponto de vista do cantor, refira-se! Pensámos que também houve prazer nos ouvintes - Caríssimo Público!!

Ficámos a saber que os túneis têm uma denominação regional de “furados”. Mas se sairmos para fora dos “furados” e percorremos as estradas antigas a imagem que temos são "serpentes" que abraçam a Ilha.

A paisagem humana é de um autêntico presépio. As casas vão subindo a montanha, "polvilhadas" aqui e além e o conjunto lembra um presépio.

Não podemos deixar de referir os cicerones. A referência à sua terra foi contagiante durante os dias em que estivemos na Madeira. Bom marketing turístico!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Chamas III




O ondulado dos sons e o ondulado da brisa inspiram a alma errante. É este o seu estado de alma……. apelando para que o ondulado “leia” o seu corpo com caaaaaaalma, como uma onda bailarina, sensual...............